quinta-feira, 16 de abril de 2026

O pranto de uma vida


Eu ando vivo
Chorando tudo o que guardei.

Vou dormir com olhos encharcados
E acordo afogado em lágrimas de tormento.

O sal do meu alimento é a água do meu pranto.
Quando canto embargo a voz.

Eu choro tudo o que a vida me deve
Fecho os olhos e disparam cavalos selvagens.

Só me falta o ombro do meu amigo
Mas eu ando, eu vivo, eu sinto saudades.

Eu hoje acordei mais cedo
Só pra poder chorar um pouco
Antes de bater o ponto.

CRiga.



 

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