terça-feira, 30 de setembro de 2025

Eu vou te reencontrar

 

Na balada do soul
No show do Cult
Na linha do horizonte
Quando havia mais sentido se perder na ilha.

Num corredor de supermercado
Num happy hour em Osasco
Num drink derramado de primeiro encontro
Na festa à fantasia quando arrebentei o vidro morto de ciúmes.

Nas mãos dadas subindo a ladeira
Depois de cortar o dedo no carrinho de rolimã.

Num sonho de confessar velhos amores
De manhã num ponto de ônibus qualquer
Na escadaria do colégio
Na quermesse sem fogueira e sem coragem.

“Apenas nós, um encontro marcado, sem segredos, e uma casa com penduricalhos de anjinhos à porta. E aquele doce barulhinho à leve brisa, na varanda, aos finais das tardes que finalmente serão nossas.”

CRiga.




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