Tinha aquele som na música que parecia
A campainha, mas você nunca que voltava!
Era só um som metafísico, um desejo
Doeu enquanto eu te esperava. Mas passou.
Agora é nova a dor, olha que sorte!
Poder esperar os sons, o carro na vaga
Ou não – você vagando encontrando estacionar.
Tudo roda e roda e para no mesmo lugar.
Uma espera que não cessa
Uma pressa de morrer tão logo.
A naturalidade de sair com moral
Num carro velho ou num ônibus qualquer.
Que sejam então o que forem os caminhos
Mesmo cruzando na avenida
Com tua simples vontade linda
De apenas ser feliz.
CRiga.

Nenhum comentário:
Postar um comentário