Foi um quase caí naquela doce armadilha...
Eu sorria, acompanhava a música no refrão
Havia de novo um verão momento
O tempo em que eu docemente não sabia
O que de fato era poder ser livre.
Foi um quase, daí caí...
Lembrei que sou triste
Sem música, verão
Sem tempo, coração.
Apenas uma cova fria no peito
Um sorriso sem graça no escuro.
Uma taça de cerveja trincada
Um caco pontiagudo no velho muro.
Não pula que eu te corto.
CRiga.


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