Observo e desejo,
Observo e desejo,
Sapo
chegando.
A gente finge
que não sabe
que algum
bicho vai entrar em casa.
Névoa ao
estilo gelo seco perfumado
brincando de
refrescar pandemias.
Garoazinha
grossa mas carinhosa.
Camiseta à
vontade e uma canção.
Vontade de te
pegar pela cintura
e renovar a
nossa história de amor!...
CRiga.
Enquanto
houver espaço
a mente
cresce
conforme o
compasso.
Esta coisa
eternamente em obras,
enquanto eu
tento reconstruir
tanta coisa
de você.
Cingir toda
camisa rasgada,
toda renda
bem usada.
A velha roupa
do guarda-roupa
te implora uma
festa ou só um espaço.
Tua foto na
parede me transborda a juventude
que ensaio há
anos resgatar.
Há no gelado
do ar a esperança,
ela dança
entre a ponta do nariz
e a vontade
de dançar, inspiração!
Eternas memórias
envelhecem bonitas
feito a
colcha de retalhos
que ainda
falta por aqui.
CRiga.