Não há nada de errado
Sofrer
Desejar
Não conseguir.
É feito de pétalas o tempo
Uma alameda tranquila
De apreciar as grandes árvores
Ou chorar a falta de fôlego
Pra continuar.
Só queira não parar
Correr
Morrer
Ser o palhaço que finge sorrir
No centro da praça da cidade.
Vista-se da camiseta branca
Abranda esse olhar azul.
Tem gente que nota
Tem gente que volta
Pra te devolver aquele velho e bom querer.
CRiga.


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