O que resta de mim
Você não vai capturar.
Ninguém disse que seria fácil remar
Mas estou inteiro
Veleiro navegando tranquilo no pôr-do-sol.
O que resta de mim sou eu
Cavoucando a terra roxa da minha alma
E colhendo os velhos diamantes.
O que me testa me ensina
Que o tesouro maior de mim
Está muito longe da tua pilhagem.
Foi-se o tempo achar-se romantismo
Essa decadência da pirataria
Me roubando todo dia.
CRiga.


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