sexta-feira, 29 de agosto de 2025

Uma nova poesia

 

Eu me conheço
Calço as botas letras da minha alma
E vou fundo, a caverna sempre foi escura
Eu busco um sol, um farol
Um pirilampo que seja
Não há certeza muito menos mapa
Apenas um coração guia
D’outro lado, na saída
A cachoeira que brilha.

CRiga.


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