Cauê Rigamonti
Eu me conheçoCalço as botas letras da minha almaE vou fundo, a caverna sempre foi escuraEu busco um sol, um farolUm pirilampo que sejaNão há certeza muito menos mapaApenas um coração guiaD’outro lado, na saídaA cachoeira que brilha.
CRiga.
Nenhum comentário:
Postar um comentário