É o ponto que mesmo o ateu
Dá graças a Deus
Por ter um prego pra martelar.
Teme até ser castigado
Pecado reclamar.
CRiga.
É o ponto que mesmo o ateu
Dá graças a Deus
Por ter um prego pra martelar.
Teme até ser castigado
Pecado reclamar.
CRiga.
Foi aí que comecei a gostar de Rush.
CRiga.
Da série "Discos que Marcaram"
Dos “Representantes Hors Concours”
Viajava sem rumo pela memória
De um coração que já é não meu.
Viajei dancei fiquei
Namorei traí galinhei
Sofri
Ah, como sofri!...
E me arrependi.
Só que era tarde...
Voltei.
Ao teu inferno que fundei.
Não te encontrei
Eu fui embora.
Eu fui a hora de me tornar alguém.
CRiga.
Quando ouvi pela primeira vez “Wish We’re Here” ao vivo,
adolescente, na rádio Transamérica, e gravei num K7, me apaixonei pela música
sem conhecer quase nada de Floyd. Demorou pra descobrir o nome da música e onde
estava – achei no “Delicate”. Foi minha iniciação em Floyd.
CRiga.
Da série "Discos que Marcaram".
Letras escadas eu subo
Eu corro, mais alto ofegante
Olho pra trás e confiro:
Não te disse que te amo
Que te chamo
Que não rimo com robô.
Amar-te agora parece apenas
Lavar a pouca louça que nos resta.
CRiga.